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Os 10 feitos que transformaram Senna em mito da Fórmula 1

Os 10 feitos que transformaram Senna em mito da Fórmula 1

26/03/11

O talento do campeão Ayrton Senna nas pistas de Fórmula 1 era inegável. Rei das ultrapassagens, profundo conhecedor do próprio carro e exímio corredor em dias de chuva, ele se consagrou como lenda do esporte e ídolo dos brasileiros.

Por Davi Correia

10º lugar

A bordo de sua Toleman, Ayrton Senna começou a corrida na 13ª posição. E sob muita chuva, fez belas ultrapassagens e começou a pressionar o líder, o francês Alain Prost. A performance do brasileiro era incrível e a liderança parecia ser questão de tempo. Mas a forte chuva levou ao cancelamento da corrida na 31ª volta (de um total de 76). Senna terminou em segundo, mas com o gostinho de quem venceria fácil…

9º lugar

Era apenas a segunda vez que Ayrton Senna pilotava sua Lotus, no GP de Portugal, no circuito do Estoril. Antes da partida, o motor do seu carro quebrou e a escuderia teve de fazer a troca, aproveitando o adiamento da largada em função da chuva. Mais uma vez, ele mostrou que dominava a pista molhada como ninguém e conquistou sua primeira vitória na categoria.

8º lugar

No GP da Hungria em 1986, Senna vinha em uma ascensão meteórica, mas ainda era piloto novato a bordo de uma humilde Lotus. De outro lado, o também brasileiro Nelson Piquet já tinha dois campeonatos mundiais (1981 e 1983) e pilotava uma Williams. Mas nada disso intimidou Senna, que travou um duelo de igual para igual. No treino classificatório, os dois pilotos baixavam segundos a cada volta, mas Senna garantiu a pole. Na corrida, os dois se revezavam na liderança, com ultrapassagens marcantes — como a de Piquet, que entrou para a história, ao aproveitar o vácuo da Lotus para passar por fora na reta dos boxes. Piquet venceu a corrida, mas o que ficou marcado no GP e na carreira de Senna foi a corajosa queda de braço.

7º lugar

Na sua primeira temporada como piloto da McLaren, Senna tinha como companheiro de equipe o francês bicampeão Alain Prost. No GP do Japão, o brasileiro havia feito a melhor volta nos treinos mas um problema no motor fez com que caísse para a 15ª posição na largada. Acelerando como nunca, foi ultrapassando todos os adversários, até chegar ao maior rival da disputa pelo título: o colega Alain Prost. Na 28ª volta, Senna assumiu a liderança e garantiu o título mundial, na penúltima prova da temporada.

6º lugar

Depois de brigar o ano todo com Prost — na pista e fora dela — e de perder o título em 1989 ao ser desclassificado após uma batida com o francês no Japão, Senna precisava apenas que o adversário não pontuasse no mesmo GP do ano seguinte para ser campeão. Na primeira curva, ele mergulhou por dentro da curva, os dois carros se tocaram e saíram da pista. A manobra polêmica garantia a Senna o bicampeonato e tirava do francês o título da mesma forma que lhe fora tirado um ano antes. Foi o ponto mais alto da inimizade entre ambos.

5º lugar

Novamente, a temporada seria decidida no GP japonês. Em 1991, Senna disputou o título com o britânico Nigel Mansell, da Williams. O inglês precisava da vitória para ter chances de conquistar o título, mas abandonou a prova depois de tentar uma ultrapassagem e sair da pista, atolando seu carro no piso de brita. Senna liderou com tranquilidade e, na hora de cruzar a linha de chegada, deixou seu companheiro de equipe e melhor amigo, o austríaco Gerhard Berger, vencer a prova.

4º lugar

Depois de dois títulos conquistados — e prestes a alcançar o terceiro –, Senna ainda tinha um objetivo maior: vencer diante da torcida brasileira. Com sua McLaren no GP Brasil de 1991, largou em primeiro e não perdeu a liderança até o final, apesar de um grave problema no câmbio do carro. Primeiro, ele perdeu a quarta marcha e tinha de passar da terceira direto para a quinta. Depois precisou segurar a alavanca para manter as marchas engatadas. Como se não bastasse, faltando sete voltas para o final, ainda ficou apenas com a sexta marcha. Todos os contratempos foram superados e Senna conquistou a vitória histórica — e sofrida. Ao cruzar a linha de chegada, o corpo estava com espasmos devido grande esforço, e ele teve dificuldade até de levantar o troféu no pódio.

3º lugar

Já muito mais maduro e preocupado com a segurança dos pilotos, durante o treino de classificação do GP da Bélgica, em 1992, Senna parou sua McLaren para ajudar o piloto francês Eric Comas, da equipe Renault, que havia batido. O brasileiro viu o acidente, encostou seu carro, pulou para fora e correu para ajudar o colega.

2º lugar

O ano era da Williams e os cinco primeiros GPs de 1992 haviam sido vencidos por Nigel Mansell. Na corrida em Mônaco, Senna largou na terceira posição, mas logo passou o italiano Riccardo Patrese e assumiu o segundo lugar. Liderando a prova, Mansell chegou a abrir 30 segundos, mas um problema no pneu o obrigou a voltar aos boxes. Foi a deixa para Senna assumir a liderança. Com pneus novos, Mansell passou mais de sete minutos tentando ultrapassar o brasileiro, que não permitiu e marcou sua quarta vitória consecutiva nas ruas do Principado. Ao final, o próprio Mansell rendeu-se ao talento de Senna: “Foi o segundo lugar mais bonito da minha carreira”.

1º lugar

Em 1993, no GP da Europa, em Donington Park, na Inglaterra, Senna precisou apenas de uma volta para deixar cinco pilotos para trás e assumir o primeiro lugar. O brasileiro, que largou em quarto, logo perdeu a posição para o alemão Michael Schumacher, mas conseguiu se recuperar com a chegada da chuva. Então, passou Karl Wendlinger, Damon Hill e Alain Prost. A constante mudança no clima fez os pilotos alternarem entre pneus para pista seca e molhada. Enquanto todos estavam com os pneus para pista seca, Senna ainda estava com os para pista molhada. Venceu com vantagem de 1min20s sobre o segundo, o inglês Damon Hill, e uma volta de vantagem sobre Prost. Os dois pilotavam carros da Williams.

Fonte: ACERVO DIGITAL - VEJA

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